Astro do boxe como campeão dos pesos pesados, Mike Tyson quase realizou um dos sonhos de qualquer amante de lutas. Em 2006, o norte-americano ficou perto de assinar um contrato para lutar no Pride, contra dois astros do vale-tudo. No entanto, o acordo não foi levado adiante, segundo o site Head Kick Legend, dos EUA. A publicação cita documentos antigos do Pride que teriam vazado.
Torneio japonês que já foi o maior do MMA, o Pride teria feito um acordo para realizar lutas de Tyson, levando em conta que o ex-pugilista sempre foi amante do vale-tudo - ele chegou a dar entrevista com camiseta do brasileiro Vitor Belfort.
Os dois rivais cotados para enfrentar o ex-peso pesado eram ninguém menos do que Mirko Cro Cop e Fedor Emelianenko, duas lendas do MMA. O trio faria duelos nas regras do boxe.
A jogada de marketing do Pride era grande, com a tentativa de se alçar no mercado global. Contar com Tyson, um nome de peso, atrairia torcedores e patrocinadores.
Segundo o site, o primeiro encontro entre Mike Tyson e o presidente do Pride, Nobuyuki Sakakibara, ocorreu em abril de 2006, na China, quando o norte-americano viajou para fazer uma tatuagem de Mao Tse Tung.
O dirigente informou que estava planejando uma turnê mundial do evento. Primeiro, Tyson lutaria no boxe contra Fedor e Cro Cop, em países como Rússia e China. O objetivo levava em conta uma expansão para os Estados Unidos.
Apesar dos planos grandiosos e do contato direto com o lutador, Tyson acabou mudando de ideia. Depois de estar presente em uma coletiva de imprensa do Pride, sumiu do mapa e rejeitou todas as ofertas, deixando para trás uma chance de retornar aos ringues e até, quem sabe, arriscar-se em um combate de MMA.














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